
Morrer em Magenta
Existir de modo autêntico é aceitar viver na temporalidade de um destino de ser-para-a-morte.
Quinta-feira, Novembro 12, 2009
Propaganda Russa
"Because the majority of advertising materials in the USSR were of a political propagandizing nature, the many examples of simple commercial advertising are often overlooked.
These ads for goods and services were pervasive, with many having been published during the New Economic Politics (NEP) period (1921-1928). Later on, various government enterprises produced their own advertisement campaigns. Word of mouth advertising campaigns were also spread less formally by private masters and “hack workers” while radio ads were fairly common." ... "These ads present a wonderful collection of the type and style of art that was produced under the creative repression of the times."
In English Russia.
Para ver mais cartazes ir a English Russia.
...
Obsolete, um livro sobre coisas comuns agora desaparecidas:
blind dates, mix tapes, getting lost, porn magazines, looking old, operators, camera film, hitchhiking, body hair, writing letters, basketball players in short shorts, privacy, cash, and, yes, books.
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Quarta-feira, Novembro 11, 2009
Terça-feira, Novembro 10, 2009
Segunda-feira, Novembro 09, 2009
Abram os olhos!
Não deixem de visitar este post do blog Jornal do Pau, enviado pelo Benedictus. Chocante, como todos os dias somos roubados da forma mais descomprometida, com a ideia de que neste país todos dormem à sombra da bananeira e ninguém quer saber de nada...Como é possível, o próprio estado nao ter vergonha de publicar dados escabrosos destes acerca de concursos públicos vergonhosos...e com que pinta eles nos roubam...Vejam esta sem-vergonhice aqui:
http://pauparatodaaobra.blogspot.com/2009/10/nao-caiam-para-o-lado.html
Espantem-se!
http://pauparatodaaobra.blogspot.com/2009/10/nao-caiam-para-o-lado.html
Espantem-se!
Domingo, Novembro 08, 2009
Ferrotipias (fotografias tiradas sobre uma chapa de ferro, ou alumínio) de uma pintura; 1860.
Par de retratos de casamentos, Arte Deco, 1920. Cor pintada à mão.
Via Anonymous works.
Sexta-feira, Novembro 06, 2009
The Unknown Museum
Não deixem de ver este vídeo sobre o Unknown Museum, um deleite para os sentidos. Este museu é uma reserva artística para os objectos comuns, imortalizando coisas que a maioria das pessoas deita fora. Um vídeo curioso, do tempo em que a MTV ainda explorava uma cultura pop, ao contrário das porcarias musicais e reality shows que só alimentam cérebros de mentecaptos.
O Unknown Museum,Mill Valley, California, foi aberto nos anos 70 até 1989 pelo seu curador Mickey McGowan que o construiu numa casa ao estilo de um rancho. É um sitio onde quem entrava se maravilhava com os artefactos da cultura pop. Na entrada surgia a inscrição This is your Life.
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Quinta-feira, Novembro 05, 2009
Quarta-feira, Novembro 04, 2009
Claude Lévi-Strauss
Fica a obra.
(Mas Menina-Limão, fizeste-me rir e tou mesmo a ver do que falas, mas este senhor tinha de ser.)
Das viscas (sim porque elas são cultura e quiçá filosofia)
Se há hábito (ou habitus como Pierre Bordieu explica) que mais me irrita e enoja nos portugueses, é aquele que a qualquer momento nas ruas estamos sujeitos. Ouvir puxá-la das profundezas do seu ser (do self) para depois as cuspir verdes, amarelas ou castanhas. As viscas. Não chega a fenomenologia, há toda uma metafísica nisto.
The Democracy to come
Hoje foi um daqueles dias em que a crise se me estatelou perante os olhos. Fala-se muito dela, a crise, mas na verdade isto não é tema recente ou aquele da conjuntura global; é assim uma espécie de status quo dos portugueses em geral. Desde sempre, pelo menos ao longo da minha existência, que a crise parece estar instalada. É a prima que está em crise emocional, é o estado da justiça, é a crise dos bancos, é a crise das finanças e das contas públicas, é a da corrupção (macro e micro), é a dos estudantes, é a dos reformados, dos desempregados, dos funcionários públicos, é a dos enfermeiros, é a das contas públicas, é a do diabo a sete. Pronto, instalou-se.Isto já parece uma música dos Gajos da Luta e é mesmo mais um post cliché sobre a tão falada crise.
Pois vinha eu hoje calçada fora, do centro de emprego (ou antes do centro de desemprego, uma vez que a crise parece andar também por lá) e deparei-me com a crise de caras. O que fazia eu no centro de desemprego? Se alguém estiver interessado em saber eu conto. Encontro-me numa fase crítica, digamos, estou em pleno processo de redação de tese, que, também ela anda em crise, uma vez que um estado em crise, não tem receita para este tipo de gente que se dá ao trabalho de estudar. Renda e dinheiro para livros impõem-se, e lá fui a uma entrevista para, tal como centenas de estudantes neste país, arranjar um part-time. Em princípio devo ficar lá para os lados dos telefones da PT, empresa que, também em relação à crise, se poderia dizer muito, mas enfim, não vou por aí. Em falta de melhor é o que há. Cheguei a trabalhar, e qualifiquei-me portanto, como paleografa. Dava umas horitas na causa e lá dava para ganhar uns trocados de dólar (sim porque os americanos, para lá dos defeitos ao menos vêm capital no conhecimento). Mas como tudo na vida, esse projecto teve um fim. E em Portugal, país de crise, não há cá quem tenha interesse em pagar a um rato de bibliotecas e arquivos. Por isso aqui estou eu, pronta para integrar a classe dos telemarketers, também ela, já ouvi dizer, em crise, ao ponto de em França até causar suicídio. Continuando, como dizia em cima, lá ia eu pela calçada a embraçar mentalmente a minha nova categoria profissional, e sou interpelada por uma senhora. A senhora estaria já na faixa dos setenta, baixinha, magrinha, com as raízes do cabelo a pedirem nova pintura há já uns meses, bem vestida. As roupas não eram novas, um pouco antiquadas para o que se vê hoje em dia nas lojas, mas bastante apresentáveis e de bom corte. Tinha uns sapatinhos vermelhos antigos. Trazia também os lábios pintados com um baton vermelho, talvez antigo também. Tinha as maçãs do rosto avermelhadas, notava-se que ainda usava a velha técnica de esbater um pouco de baton nas mesmas. A senhora abordou-me. Falava baixinho, e disse-me de forma envergonhada: "menina, peço-lhe que me ajude, estou carregada de sacos e ainda moro nos Olivais. A menina terá por ventura um euro para que possa pagar o autocarro? Tenho uma pensão muito pequenina mal chega aos quarenta contos." Respondi, concerteza. E perguntei-lhe se a podia ajudar com os sacos até à paragem de autocarro. Depois deste evento, todos os meus problemas se me sumiram da cabeça. Fiquei apreensiva em relação ao facto da senhora ter de abdicar da sua integridade, para abordar uma estranha para que a ajudasse. Enchi-me de vergonha do país que temos, do país em que vivo. Tive medo. Tenho medo. Por ela, por mim e por todos de quem gosto. Como diz o Medina Carreira, esta gente que aí anda (no poder) é um nojo, metem nojo. Quem não vive para servir, não serve para governar. Este devia ser o teste a que qualquer candidato se devia submeter.
Enquanto tivermos políticos e jornalistas, analistas políticos, e comunicação social em geral, de nojo isto também não melhora. Estou farta de ouvir estes supostos analistas discutirem treta! "ah porque fulano ou sicrano está mais à direita ou mais esquerda" ou emitirem considerações completamente irrelevantes que mais se assemelham a vómitos em directo que não passam de pavoneios. "oh pra mim que percebo disto, escrevo umas colunas, emprego uns conceitos e tal".
Informem e discutam de forma prática, com números, com alternativas, com confronto, com discussão concreta acerca das políticas, com reacção, de forma traduzível e com conteúdo intelegível e realista, desencriptem programas eleitorais, discutam! Enquanto andarmos preocupados a fingir que se percebe de, e se discute política, perde-se tempo a aprender a praticá-la. É necessário avaliar e indigitar sapientemente, de forma a que o desenvolvimento aconteça, não pelo apelo a verdades e a ideologias, programas absolutos e o que quer que o valha. É urgente a emergência de um verdadeiro diálogo nesta sociedade crísica, que seja capaz de abrir sem defesas nem resistências pessoais ou institucionais as portas à verdadeira democracia, Caralho! Na altura, pensei tudo isto, mas não tive coragem de começar a gritar para toda a gente na rua. Tive de me controlar. Logo a seguir avistei o vendedor da Cais, o mesmo de sempre da Ferreira Borges de que me costumo escapar. Contei os trocos no bolso e fui ter com ele para adquirir a revista. Despedi-me com um sorriso e desejos de um bom dia, só na esperança de me desfazer um pouca da vergonha alheia e de me sentir um pouco melhor. Eu sei, eu sei...o altruísmo não é nada assim tão louvável, às vezes não passa de uma forma de egoísmo e compensação pessoal. Vá agora prometo, não falo aqui mais destas merdas!
Segunda-feira, Novembro 02, 2009
Domingo, Novembro 01, 2009
it's all about being an hipster
Nova Iorque foi recentemente proclamada a cidade mais "vaidosa" do mundo, ultrapassando a plástica L.A. no que diz respeito a dinheiro gasto na manutenção dos corpos e da aparência. Ao que parece, os novos clichés de evitamento têm tudo a ver com mergulhar de cabeça nos próprios clichés. Confuso?! Fica aqui a explicação... "the key to hipster jokes, as embodied in this sloganeering, is to make a joke that is clearly a joke, but is not actually funny. Other hipsters then acknowledge your hipster joke by saying "that's funny" instead of laughing. Thus everyone gets to feel clever."
"Also also, while we're on the recession/hipsters topic: having ProTools and large headphones does not make you a musician. Writing poetry in your house about your ex-girlfriend does not make you a poet. If your novel is unpublished, you are not a novelist. If, however, you wait tables in a cafe, you are definitively a waiter. There is no shame in admitting this, especially if you're also going to trumpet your broke-ness on a T-shirt."
Via Fashion News da revista do New York Times.
Quinta-feira, Outubro 29, 2009
humanoids
A capa da New Yorker do próximo mês de Novembro está fantástica, aliás como sempre. (ainda muito em jeito do post anterior.)
Quarta-feira, Outubro 28, 2009
Registos antigos
Tenho por hábito, esconder coisas dentro dos livros. sejam recortes, separadores improvisados, ou apontamentos momentâneos. ainda há pouco, peguei num livro,que li há anos. Loucura de Mario de Sá-Carneiro. Dentro do livro encontrei o seguinte apontamento, uma citação de Almada Negreiros, que nem recordo ter escrito:
Entrei numa livraria. Pus-me a contar os livros que há para ler e os anos que terei de vida. Não chegam, não duro nem para metade da livraria. Deve certamente haver outras maneiras de se salvar uma pessoa, senão estou perdido.
Mário de Sá-Carneiro
Compreendo o que na altura me terá levado a apontar este pensamento. Hoje, já não penso assim.
Impressionante!




















The Hill of Crosses (Lithuanian: Kryžių kalnas) is a site of pilgrimage about 12 km north of the city of Šiauliai, in northern Lithuania. The exact origins are unknown, but it is considered that the first crosses were placed on the former Jurgaičiai or Domantai hill fort after the 1831 Uprising. Over the centuries, not only crosses, but giant crucifixes, carvings of Lithuanian patriots, statues of the Virgin Mary and thousands of tiny effigies and rosaries have been brought here by Catholic pilgrims. The number of crosses is unknown, but estimates put it at about 55,000 in 1990.
in Wikipedia
Esta pérola foi fanada no Síndroma de Diógenes.
Terça-feira, Outubro 27, 2009
A saga, em atraso.
Tenho por ideia que não gosto de José Saramago como pessoa; por aquilo que fui vendo e pelo que ele próprio foi mostrando. No entanto, no Frente a Frente de Mário Crespo que acabei de ver, é impossível não se lhe admirar a boa comunicação e simplicidade com que argumenta com Carreira das Neves. Vejo-lhe a razão. Com facilidade põe a nu a religião, deixando Carreira das Neves em explicações que vão tendo menos coerência para além de todo o estudo e conhecimento das matérias bíblicas e da sua posição até pouco dogmática. No fim fala-se sobre o facto do direito à dissidência e do direito à heresia, não estarem contemplados na Carta dos Direitos Humanos. Uma óbvia falha no que diz respeito às liberdades. Ao contrário do que toda a comunicação social esperava, uma condenação por heresia, Saramago, neste debate saiu-se bem. Até admitiu, para surpresa minha, que exagerou com o "filho da puta".
Segunda-feira, Outubro 26, 2009
Quem disse que os homens britânicos não têm pinta?
Bryan Ferry é o epíteto do "cool". Ao longo da sua carreira, muito da sua imagem e apresentação ficou a cargo de Antony Price. Podem conhecer o seu site aqui.
“Secretly, I wanted to look like Jimi Hendrix, but I could never quite pull it off.”
–Bryan Ferry

” …music is just something that comes to you. You don`t question it.”
–Bryan Ferry

“I like quality things. Yes, I do have a vast wardrobe, but it`s certainly not on the Elton John scale.”
– Bryan Ferry


“Words can be very powerful. I find them very difficult.”
–Bryan Ferry

“The older I get the less I know about women. They are completely infallible and totally impossible.”
–Bryan Ferry

“You can never get silence anywhere nowadays, have you noticed?”
–Bryan Ferry
Traçando perfis
Megalomania (supervalorização mórbida de si mesmo; mania de grandeza, ambição ou orgulho desmedido): é um transtorno psicológico onde o doente tem ilusões de grandeza, poder e superioridade. É uma característica do transtorno afetivo bipolar. Também se caracteriza pela obsessão em realizar feitos e actos grandiosos. Megalomania é caracteristica permanente dos sociopatas. Também pode ser causada pelo vírus do poder. É uma figurinha muito fácil no meio político. O megalomaníaco está sempre pronto a falar, para que todos ouçam "Sabes quem eu sou?", ou outras frases do tipo, que o confirmem, sejam os valores de que se acham portadores, o grau académico, etc. O megalomaníaco pode não ser "grande", mas tem sempre de parecer sê-lo.
Para esclarecimentos consultar o manual de diagnóstico psiquiatrico (DSM-IV).
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Quarta-feira, Outubro 21, 2009
Uma noite, um filme

Comecei, para este post, por procurar uma recensão crítica do filme. A primeira com que dei de caras foi a da Rolling Stone, mas não achei que fazia justiça ao filme, muito menos ao aguardado regresso de Woody Allen ao seu habitat natural, Nova Iorque. A sua fase europeia é muito boa, mas eu sou suspeita, uma vez que tudo que o homem faz, se me reluz. Whatever Works, é um clássico das lições de filosofia dadas com comédia, ou sátira. Os próprios filósofos, Yale e por aí fora, definem W.A. como uns dos pensadores do nosso tempo, dedicando-lhe artigos e livros sobre a obra...Já para não referir a inclusão do ícone judeu-nova-iorquino-misantropo Larry David no papel principal. Recomenda-se.
Terça-feira, Outubro 20, 2009
Da inevitabilidade da condição humana
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I Sometimes hold it half a sin
To put in words the grief I feel:
For words like Nature, half reveal
And half conceal the Soul within.
But, for the unquiet heart and brain,
A use in measured language lies;
The sad mechanic exercise,
Like dull narcotics, numbing pain.
- Alfred, Lord Tennyson,
In Memoriam, canto V
.
I Sometimes hold it half a sin
To put in words the grief I feel:
For words like Nature, half reveal
And half conceal the Soul within.
But, for the unquiet heart and brain,
A use in measured language lies;
The sad mechanic exercise,
Like dull narcotics, numbing pain.
- Alfred, Lord Tennyson,
In Memoriam, canto V
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